sexta-feira, novembro 02, 2007
Não Perca*
segunda-feira, outubro 22, 2007
sexta-feira, outubro 12, 2007
Talvez...
terça-feira, outubro 09, 2007
Espatódea (*)
segunda-feira, outubro 08, 2007
Amor Platônico
domingo, setembro 30, 2007
You Give Me Something (*)
quinta-feira, setembro 27, 2007
Pra Não Ter Medo De Se Apaixonar
quarta-feira, setembro 19, 2007
Vivendo pra Aprender
terça-feira, setembro 18, 2007
Fragmentos(*)
quarta-feira, setembro 12, 2007
O Pecado é Querer Amar
É inquientante saber que tanto tenho a fazer e em minha cabeça só passa você. Não é nada fácil conviver com essa saudade. Com essa lembrança... 'de poucas horas'.Com essa vontade de ter uma pessoa que mal conheço. sexta-feira, setembro 07, 2007
Você Pra Sempre (Inveja) *
segunda-feira, setembro 03, 2007
Das Vantagens de Ser Bobo*
quarta-feira, agosto 29, 2007
Reflexão X
terça-feira, agosto 21, 2007
Dor de Alma
segunda-feira, agosto 20, 2007
Palavras

sexta-feira, agosto 17, 2007
Reflexão IX
terça-feira, julho 03, 2007
Reflexão VIII
Quero - Te
quarta-feira, junho 27, 2007
Por Um Tempo

Hoje, tempos depois ainda me assola a lembrança de ter você ao meu lado. Ainda sinto seu cheiro pela rua, (chego até a te procurar, mas não te encontro), sinto tua presença em determinados lugares, quanto encontro nossos “amigos” e as vezes ainda ouço o som da sua voz a me chamar, lembro de nossas brincadeiras (e quase sempre como se fossem reais), lembro dos nossos planos, nossos passeios, nossas conversas...
Tenho lembrado tanto, que cheguei até a pensar que poderia ser algo bom, algum sinal de mudança... mas não. São apenas lembranças... e que não mudarão nossa história, ou no caso, a minha, né?!
É péssimo admitir, mas não sei mais como agir... Há meses já me considerava “curada” dessa mágoa, das lágrimas...da dor que causou nosso rompimento... mas o fato é que ainda hoje tenho sentido sua falta, sentido saudades e uma vontade enorme de poder mais uma vez terminar o dia a seu lado.
Por um tempo acreditei que era tudo pra mim...
Por um tempo acreditei que sem você não conseguiria seguir em frente...
Não seria feliz novamente... não saberia reconstruir meu reino de areia...
Esse tempo passou, e a única coisa que restou foi a certeza que foi até hoje você foi meu único e perdido amor.
sábado, junho 16, 2007
Difícil de Esquecer *
quinta-feira, junho 07, 2007
Confidência do Itabirano
segunda-feira, junho 04, 2007
Reflexão VII
domingo, maio 27, 2007
Reflexão VI
Reflexão V
quinta-feira, maio 24, 2007
A Vida Pode
segunda-feira, maio 21, 2007
Que Seja Pra Sempre

Vivo com o inconsciente " ligado ao 220" e a romântica ilusão de que em algum lugar existe uma pessoa que tenha nascido especialmente pra mim.
"Que queira o que quero...Que espere da vida o que espero.Que me faça sentir amada e de todas as outras formas respeitada.Que me faça sorrir com lágrimas nos olhos. Que acelere meu coração e congele meu olhar."
Tudo pela simples sensação de Amar. Tudo para provar a mim mesma que não só nas histórias existe a eternidade de amor perfeito. Afinal, aqui jás uma garota que vive em pleno século XXI com uma utopia digna de contos de fada ...um romantismo tragi-cômico onde crê que como nas mais antigas histórias tudo termine. " Feliz pra sempre."
Uma Noite Dessas

quarta-feira, maio 09, 2007
Reflexão IV
sábado, abril 28, 2007
Reflexões III
quarta-feira, abril 25, 2007
Eu, Jornalista.

Depois de quatro anos buscando o que de fato sempre acreditamos que seria nosso ideal, nossa profissão, estamos a um passo de nos tornarmos robôs, escravos da estética comunicacional que há tempos está inserida no mercado tradicional. Há quatro anos era tudo muito lindo, novidade e diferente. Ingressamos na faculdade realmente acreditando que poderíamos mudar o mundo, ou pelo menos nosso meio social através do trabalho, das palavras inseridas em jornais e revistas, de discursos proferidos nas telinhas, enfim, hoje não é bem isso que vivenciamos, não é mais isso que pensamos.
Ontem mesmo, um “calouro”, ‘hiper interessado’ no curso e em saber qual é a expectativa para minha vida profissional após o termino da faculdade, por pouco não ouviu um conselho inesperado. Foi mesmo por pouco, que não digo ao garoto:
- Desista! Desiste enquanto é tempo, enquanto não foi tomado pelo eu jornalista, enquanto tem a possibilidade de separar o estudante do profissional, enquanto sua alma não foi infectada pela arrogância, prepotência, pela frieza, pela falta de tempo, pela crueldade, pelo egoísmo...
Enfim, quatro anos em contato com toda essa esfera faz mais que capacitar um profissional, estes quatro anos são como uma nova gestação. Querendo ou não, nos tornaremos pessoas diferentes (e isso não é relativo, não ocorre somente aos fracos, mas aqueles que estão inseridos no mercado de trabalho, em contato com a podridão deste meio e, de certa forma, vêm se moldando para que no final das contas seja mais uma peça neste tabuleiro).
Há alguns dias ouvi de um amigo, colega, ou ex-colega de empresa (isso agora pouco importa) sobre o ser jornalista e o quanto isso pode incomodar as pessoas, influenciar nas opiniões a cerca da nossa (minha) personalidade, nortear as atitudes, pensamentos, comportamentos, etc. Creio que, foi depois disso que me coloquei a questionar alguns valores. Com isso, cheguei a conclusão que apesar de ter ficado chateada com o que ouvi, apesar te ter sido contra a impressão que ele teve e tem de mim e de ter até “sofrido” de certa forma com isso, por hora percebo que não estava errado.
Apesar de ser difícil de admitir e nem um pouco agradável, muitas vezes existe mais características de jornalista em mim do que eu gostaria... Tem sido constrangedor dar o braço a torcer, decepcionante ver que a profissão que escolhi tem mais defeitos que qualidades, que o mais provável é que nunca consiga mudar o mundo com minhas palavras e que haverá pouco menos de um ano para que o Jornalismo se torne realmente um diploma na parede, uma profissão. Todavia, surgem fatos relevantes que fazem questionar se apesar do certo amor que tenho por tudo isso, valerá realmente a pena participar desse sistema.
Hoje pela manhã, na ilha quadrada, uma conversa de futuro jornalista para futura jornalista fez-se assustar. Foram vários as atitudes que durante a conversa exemplificaram como fazemos (cada dia mais) parte desse processo, dessa onda de formação de jornalista e de extinção do que fomos, do que pretendíamos ser e até mesmo do que um dia sonhamos. Afinal, até isso perdemos, mecanizamos tanto sentimentos, atitudes, convivências que com o tempo somos mesmo incapazes de ver e acreditar em sonhos. Só o real, o indesejável, o sangue, a tragédia importa agora. Perdemos a esperança de melhorar a vida depois de lidar com tanta dor, ganhamos em nossas cabeças a noção real do tempo, pois, mais que qualquer um, ficamos aficionados aos ponteiros de um relógio, perdemos a realização utópica porque sonhar é um gesto tão nobre que depois de conviver e ver tanta maldade, já nos tornamos impuros a isso.
Eu, jornalista... Isso tem me assustado bastante. Apesar de saber que não vou mais mudar o mundo, não quero deixar todo esse mundo tão criticado me mude. Apesar de ter ficado magoada quando ouvi pela primeira vez que sou muito mais jornalista que imagino, não posso e nem quero mudar de profissão a essa altura. Quero tentar mudar o meu futuro, tentar tirar a jornalista daqui quando ela não for necessária, quando só minha presença bastar. Apesar de todos esses fatos, ainda sonho, sinto, vivo como se não participasse deste mundo maçante.
Ainda tenho esperanças, mas sigo com medo. Medo de ficar como algumas pessoas que encontrei em meu caminho de estagiária, medo por não querer mudar, por não saber até onde isso vai dar. E confesso tenho medo que de certa forma isso ocorra como uma reação em cadeia. Olhando pra trás percebo que já assustei outras pessoas com todas essas atitudes, mas só agora percebi que foram gestos, palavras, atitudes impensadas por se tratar de atos tão normais neste mundo, neste aquário, sem luz, sem cor e insensível que julguei por várias vezes ser completamente compreensível pelos outros mortais.
Um medo maior que todos é que isso tenha continuidade, o leite derramado dificilmente será recuperado, porém é possível fazer de tudo para não deixa-lo mais entornar. Pessoas já saíram da minha vida por isso e só hoje percebo e tomo como lição, até porque como já disse, não há mais como parar por aqui, amanhã será diferente, ou pelo menos tentarei que seja. Amanhã quero muito mais de mim no jornalismo do que o jornalismo em mim. E, se por acaso, nada disso der certo, largo tudo e viro hippie, pra viver, pra sentir, pra sonhar, pra amar ou simplesmente poder respirar.
terça-feira, abril 24, 2007
Próxima Vez Que Me Instigar:
AA - Só Por Hoje...

Preciso Dizer Que Te Amo

segunda-feira, abril 23, 2007
Odeio Querer Você
quarta-feira, abril 11, 2007
Reflexões II
segunda-feira, abril 09, 2007
O Paradoxo do Nosso Tempo
sábado, abril 07, 2007
Papai do Céu
Reflexões
Eu e Você ... ou Você e Eu?
Se Pudesse...
Tive muito medo do que vi, mas é claro que gostei!!!
sexta-feira, abril 06, 2007
Era Uma Vez ...
quinta-feira, março 29, 2007
Come Back To Me

Come Back To Me
(*) Vanessa Hudgens
-Ainda quero voltar no tempo só pra ter você de novo!!!
quarta-feira, março 28, 2007
Foi.. É.., mas, Será que Será???
sábado, março 24, 2007
terça-feira, março 20, 2007
segunda-feira, março 19, 2007
quarta-feira, março 14, 2007
O Que Preciso? Acho que De "Um Porto Seguro".
- Bem, acho que é um pouco de tudo isso que tem me deixado carente!
terça-feira, março 13, 2007
É Complicado
quinta-feira, março 01, 2007
Amigo ... Encantamento Proibido!
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Um garotinho! Uma criança de apenas 6 aninhos arrastada pelas ruas do Rio de Janeiro. Uma barbaridade sem limites. Um acontecimento irracional, irreal, e irrefutável que provocou reações adversas em todas as classes, comunidades, famílias...Em mim, particularmente ao primeiro contato com a notícia, fiquei chocada, perplexa. Chorei, calei e me senti tomada pela vergonha de assistir ao aumento da barbárie em meu país. Vergonha por olhar pra trás e ver que nós não somos como os jovens de ontem... Lutavam pelo que acreditavam e pelo que queriam... corriam realmente atrás do que acreditavam...sem medo, e eu, justamente como a maioria dos meus contemporâneos, somos praticamente incapazes de manifestar o que acreditamos, de lutar "nas ruas" por valores, de provocar ganhos no grito e ou até no braço.
Inacreditável! Sinto muito em reconhecer que perto dos que viveram a ditadura, dos que pintaram suas "caras" e foram as ruas para pedir o impeachment de um presidente da República, a minha geração não representa nada. Não fizemos nada de tão grandioso para entrarmos nos livros de história. Não lutamos contra as injustiças, nem tampouco contra a violência que está inserida neste "mundo cão", que por hora toma conta de nossas ruas, nossos bairros e de nossas cidades.
-Até quando vamos conseguir viver nesta prisão domiciliar? (Sem nem mesmo termos culpa?)
-Até quando vamos vendar os olhos e fingir que nada acontece? Fingir que está tudo como deveria estar e que não há diferença entre morro e asfalto?
-Até quando vamos achar que os Ladrões são somente aqueles marginalizados pelo capitalismo, enquanto em Brasília, alguns vestem gravata e conseguem "enfiar as mãos" no bolso das famílias brasileiras? ( passando, na maioria das vezes, de bons-samaritanos nas telinhas da Globo)
-Até quando vamos ter que abrir mão da liberdade pra conseguirmos (sobre)viver em sociedade?
-Até quando VOCÊ vai fechar os olhos para o que aconteceu a João Hélio? Até quando vai achar isso normal e encarar como mais um ato de violência?
-Será possível que a SUA conscientização só chegue quando uma tragédia dessas acontecer próximo a você? Ou será quando perceber que a vida pra ser segura deve ser vivida dentro das paredes de concreto que o cercam em casa?
É assustador. Eu, mesmo tendo consciência que a profissão que escolhi em súmula retrata a tragédia, não sou capaz de compreender, não consigo achar normal e ou deixar de lado a incômoda sensação pelas notícias que tenho ajudado a emitir e pelas que tenho receptado. É assustador perceber que estou formando com a possibilidade de noticiar mais barbáries como esta. É insano aceitar. É insano acreditar e esperar que a violência, a injustiça e a desigualdade social será – em breve - banida da nossa sociedade como milagre.
Sei bem que somos diferentes das gerações que nos antecederam... Que cada um tem sua maneira de se manifestar e de lutar por uma mudança sócio-economica. Contudo, faço neste momento o que posso, afinal, creio que com essas palavras é mais fácil conscientizar, é mais fácil clamar a atenção dos lideres estudantis para que eles possam promover a união... Para que possam formar a massa e conseqüentemente induzir a formação de um manifesto que demonstre toda essa decepção, essas indignação de ver na TV, ler ou ouvir que "outra criança foi arrastada cruelmente pelas ruas de uma cidade brasileira e que 'parte de seu corpinho foi perdido pelo caminho" (Como informou a Revista Veja do dia 18 de fevereiro de 2007) e que mais de duas semanas depois da barbárie ainda não foi localizada.
Mediante todos esses acontecimentos, de toda ideologia que guardamos no papel, peço a união, a participação em massa de nós, estudantes, jovens... para mostrarmos que somos uma geração que não passará despercebido na história, não somos e nem estamos conformados com o que acontece. Queremos mudar o futuro insano dessa nação, queremos provocar, não uma revolução, mas uma conscientização coletiva.
Pois bem... neste momento deve estar pensando: "-Poxa, que texto legal!" ou então "Se é que acredita tanto no que diz, por que não vai você mesma as ruas?" Porque sozinha sou apenas uma e falo apenas por mim. Com a massificação proposta, e o auxilio de DA's, DCE's.... podemos representar a voz de toda uma sociedade cansada de aceitar e concordar com o insurreição da violência, o abuso de poder e a falta de liberdade dos cidadãos.
João Hélio, de 6 anos, foi arrastado por 7Km.
E AÌ?
NÓS NÃO VAMOS FAZER NADA?
Mais do que a simples recepção da notícia, o que me fez parar pra pensar, foi sem dúvida me deparar com essa campanha - proposta por um publicitário que tem um filho mais ou menos da mesma idade do garoto João Hélio – nas ruas da minha cidade. Será que vamos ser capazes de ficar sentados inertes, enquanto o Brasil, de norte a sul, grita por socorro? Será que vai ser preciso ver uma tragédia dessas acontecer com nossos pais, irmãos ou filhos para sensibilizarmos e concordar que é necessário mudar?
É isso aí, a partir de agora acredito ter plantado uma semente em cada um de vocês que chegou até o final deste manifesto, deste desabafo. Espero confiante que possamos chegar a algum lugar com isso... quem sabe um manifesto em 1º de abril de âmbito nacional, quem sabe no mês de maio, mês das mães. Pois é, como muitos dizem, sonhar é de graça. E eu, como brasileira que sou, sonho com a hora e o dia que nós, os jovens do século XXI possamos sair e lutar, sair e gritar até porque do jeito que está não pode ficar.




