quarta-feira, janeiro 17, 2007

Amor Que Não Se Mata

Poucas coisas na vida de alguém trazem o que devem ser.
Poucas coisas vão além do imaginário ou sobressaem em dias de caos.
Muito do que é feito, do que é dito ou do que é visto impresciona, atordoa, faz menção à alguma realidade, ou simplesmente traduz e proporciona a contemplação de um sonho.
Poucas aparições na minha vida foram semelhantes a sua. Ao que foi, ao que continua sendo. Ao que é, e até mesmo ao que será quando tudo tiver um ponto final, uma vírgula ou quisá à uma utópica construção de reticências...
Tenho gostado do que ouço, do que leio, do que sinto... mas não do que vejo. Só mesmo porque não te vejo. Afinal estamos há quilômetros de distância e não podemos curar saudades...
Tenho gostado de ter um amigo colorido, que aos poucos pode se tornar incolor... e neutralizar uma eterna lembrança... um eterno sentimento de que valeu a pena...
Tenho gostado de um amigo colorido:
Que aos poucos pode trazer ...
Que aos poucos pode entender...
Que aos poucos pode ensinar...
Ou até que aos poucos pode mostar...
Não só a ele ou a mim... mas a vida, que nem todo amor nasce pra ser vivido...
Alguns como este, pode ser apenas pra ser sentido, pra ser lembrado, pra sempre saudado e pra ser amado.
Cada um em seu canto, sem impasses, sem desastres, sem desgastes.
Um amor que não se morre. Um amor que só se nasce!

terça-feira, janeiro 16, 2007

Um Amigo Colorido...
Acho que Me apaixonei
e só quero tirar isso de dentro de mim. Só vai me fazer pensar, ver que nunca poderei ser retribuida e sofrer.... acho q me apaixonei por alguem que quer ser apenas um amigo... que triste sacada a minha. Olha onde vim me meter..... OBRIGADA! Você é demais, mas não posso esperar... tenho que tirar este sentimento de mim o mais rápido possível... Não posso seguir a apaixonar Não quero ter que chorar por desprezo Não quero ter que sofrer pelo descaso Quero não lembrar de você pra não querer te ver... te ter... pra não ter que me entristecer quando pensar em você... UM AMIGO COLORIDO UM SENTIMENTO REPRIMIDO UM CORAÇÃO DOLORIDO!!!!
ps.: Esquecer?!!! Pra que? Se estou percebendo pelas suas respostas que tudo está em sintonia.... :)

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Uma Sensação Para Enquanto Durar

Não foram as ondas do mar, a imensidão de um horizonte limpo ou os primeiros raios de sol de um dia nascente que me fizeram ver que vale viver um pouco mais. Em seu olhar, à beira mar, sua voz ao luar e meu encanto ao te escutar era mais que eu queria naquele momento... mas agora é só o que quero. Não quero pensar que jamais lhe verei. Quero sonhar que por mais uma vez te terei em minha frente... Pra ver seu olhar, sentir e quem sabe simplesmente poder conversar com vc. Posso estar errada, posso até mesmo não estar conseguindo interpretar MEUS sentimentos, mas nossas conversas me fizeram pensar que em alguma coisa isso pode dar. Me fizeram encantar, sonhar...
Na distância atuante suas mensagens me fazem acreditar... que não sou a única a pensar assim... Estou... estamos... seremos... guardaremos... nem que seja um unico dia, um unico encontro... mas que deixaremos na lembrança a saudosa sensação de que foi muito bom, OU MELHOR... foi extremamente BOM enquanto durou... e será enquanto essa utopia durar.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Um Nome, Um Mestre...

Por que os homens odeiam tanto as mulheres? Eles não sabem porque estão batendo. Mas, vocês, mulheres, precisam saber, porque vocês são humilhadas pelos séculos.

As mulheres são castradas na África, apedrejadas no Islã e usadas no Ocidente. É isso: burka lá, e bunda do lado de cá. Os homens batem em mulher para vingar nelas as suas frustrações. Os homens odeiam em vocês, mulheres, a visão do próprio fracasso. Com sua delicadeza, sua fragilidade forte, sua beleza, a mulher nos inquieta – pois revela a boçalidade de nossa feiúra. Quando um homem bate em vocês, está batendo na vida medíocre que ele leva. As mulheres defendem a vida; os homens, a atacam. A mulher não guerreia; o homem, invade o Iraque (a Condoleeza também, mas ela é homem). A humanidade passa pelo ventre das mulheres, que criam a vida. O homem é um apêndice solitário, e as inveja por isso. E tenta destruí-las. A mulher nos dá medo quando nos apaixonamos. Temos pânico de nos perder dentro de você, e, por isso, vos atacamos. A mulher é da natureza. nós somos da cultura. Como dizia Vinicius de Moraes, o homem não presta. E a mulher, quando nos trai, em geral, a culpa é nossa.
Por Arnaldo Jabor

Em Alto Mar

O mar
O sol
O calor
As ondas
Imagens momentâneas que levam diretamente a você... à nostalgia dos tempos.. as palavras pensadas.. ao tempo bom...
Uma imagem pra se ter, viver... e fazer acontecer.
Imagem pra aproveitar... acompanhar e reconhecer.
Em alto mar, o vi, em alto mar perdi...
E em meu "auto-mar" consegui., progredi e encontrei.
Com sol, com mar, sem onda , sem ar
Com onda, ao nascer do sol, à beira do mar, no ar, uma imagem que veio pra ficar.

Retrô 2006

O último dos dias... várias análises por fazer... várias já feitas. Um amor perdido... uma batalha a vencer... Profissão em voga... e muita vontade de crescer. Um ano de perda, um ano de ganhos. Um ano pra aprender... um ano pra viver... um ano. É muita coisa pra tentar (re)entender. Na retrospectiva da vida, dos últimos 365 dias... cujo qual por hora ainda não consegui checar se valeu a pena passar pelo que foi ou se deveria voltar e tentar fefazer... reviver... consertar. Nem tudo foi flores, mas foi bom. Nem todos sentimentos expressados, valorizados ou vividos. Um auto-martírio Algumas decepções Um elo perdido Um em dois corações O amor não foi pra 2006 como 2006 pro mundo Sem amor (pra se ter) vi o que é querer e não poder ter. O que significa sofrer por amar e como foi importante de te ter, te perder e aprender em cima das utopias ligadas a você. Foi um ano de choros, angústias, frases por falar, atos sem gestos e sonhos discretos. 2006, um ano de amadurecimento, um ano de crescimento... um ano de perdas... ganhos, valores e amores. 2006 um ano... não tem como voltar... foi importante passar por ele, mas já deu, já era, já foi. 2006 no vento 2006 ao sol 2006 na tela, no ar 2006 um ano profissional 2006 uma utopia sentimental Afinal, pra que saudades de um tempo que carreguei um coração vazio, uma tristeza no olhar e uma vontade incessante de retomar 2006 pra se aprender e não lembrar.